segunda-feira, maio 4, 2026
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Onda Verde e Pássaro Livre: PM-AL resgata mais de 100 animais em ofensivas ambientais


A Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) deflagrou nesse domingo (3) uma série de operações para combater crimes ambientais que resultaram na apreensão de mais de 100 animais e uma arma de fogo. As intervenções ocorreram simultaneamente na capital, por meio da Operação Pássaro Livre, e nos municípios de Quebrangulo e Palmeira dos Índios, através da…

A Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) deflagrou nesse domingo (3) uma série de operações para combater crimes ambientais que resultaram na apreensão de mais de 100 animais e uma arma de fogo. As intervenções ocorreram simultaneamente na capital, por meio da Operação Pássaro Livre, e nos municípios de Quebrangulo e Palmeira dos Índios, através da Operação Onda Verde.

Capturas no interior

Em Quebrangulo, no povoado Boa Vista, as equipes do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) encontraram uma espingarda calibre .36 abandonada. Durante a varredura na região e em Palmeira dos Índios, os policiais recolheram 53 aves mantidas em cativeiro sem autorização.

Ao todo, os agentes lavraram três Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs) contra os responsáveis identificados por manutenção ilegal de espécies.

Resgate de espécies em extinção

Em Maceió, o policiamento especializado mirou as feiras do Benedito Bentes e Tabuleiro do Martins. No Benedito Bentes, os policiais resgataram 35 caranguejos que seriam comercializados ilegalmente e os devolveram ao habitat natural em Marechal Deodoro.

Já no Tabuleiro, a ação recuperou dezenas de aves sem anilhas, incluindo três exemplares de saíra-sete-cores, espécie considerada em risco de extinção. Todos os animais foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), onde recebem cuidados antes da soltura.

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As guarnições registraram as ocorrências com base no artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98). A legislação é clara ao proibir a captura, manutenção e comercialização de animais silvestres sem autorização. Quem for flagrado nessas condições responde criminalmente, além de estar sujeito a multas administrativas pesadas aplicadas pelos órgãos ambientais.





Fonte: Alagoas 24h

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