A Equatorial Alagoas deflagrou nessa quarta-feira (22) a primeira edição de 2026 da Operação Equi-Cobre, uma ofensiva coordenada para combater o mercado ilegal de materiais elétricos. Com o apoio da Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (ROTAM), a concessionária fiscalizou ferros-velhos na capital alagoana, integrando uma mobilização nacional que ocorreu simultaneamente no Maranhão, Pará, Piauí, Goiás, Amapá…
A Equatorial Alagoas deflagrou nessa quarta-feira (22) a primeira edição de 2026 da Operação Equi-Cobre, uma ofensiva coordenada para combater o mercado ilegal de materiais elétricos. Com o apoio da Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas (ROTAM), a concessionária fiscalizou ferros-velhos na capital alagoana, integrando uma mobilização nacional que ocorreu simultaneamente no Maranhão, Pará, Piauí, Goiás, Amapá e Rio Grande do Sul.
Em Maceió, os alvos foram dois pontos de sucata localizados no bairro Cidade Universitária. Durante as vistorias, as equipes encontraram um total de 49 kg de cabos de alumínio com especificações exclusivas da distribuidora.
Além da comercialização ilegal de material público, os técnicos constataram outra irregularidade grave: ambos os estabelecimentos cometiam crime de furto de energia (o popular “gato”).
A operação culminou na prisão de duas pessoas, que foram encaminhadas à Central de Flagrantes para os procedimentos cabíveis.
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Resultados
Os números da Operação Equi-Cobre impressionam pela escala. Somente em 2025, as ações resultaram em 159 prisões em todo o Brasil, recuperando itens como:
- cabos de cobre e alumínio,
- 20 transformadores,
- diversos materiais elétricos e
- 184 postes desviados.
Valores recuperados:
- Rio Grande do Sul concentrou o maior valor recuperado, com R$ 930,8 mil e 135 postes reinstalados.
- Goiás registrou o maior volume de cabos recolhidos (36.608 kg) e contabilizou 29 prisões.
- Piauí realizou 53 operações, recuperando 4.485,50 kg de cabos, avaliados em R$ 162,4 mil.
- Pará recolheu 6.427,50 kg, somando R$ 72.235,32.
- Maranhão registrou 1.525,40 kg, totalizando R$ 54,2 mil.
- Amapá, não houve recuperação de cabos ao longo do ano, mas foram apreendidos materiais diversos avaliados em R$ 7,5 mil.
- Em Alagoas, o balanço do ano anterior somou mais de 2,4 mil kg de cabos recuperados, avaliados em R$ 24,3 mil.
A Equatorial reforça que o furto de cabos e energia não é apenas um prejuízo financeiro, mas um risco à vida e à estabilidade do sistema elétrico que atende hospitais, escolas e residências.




