Intoxicação teria ocorrido na feira livre de Pariconha
Os seis pacientes que estavam internados após a suspeita de intoxicação por uma “Raizada” na cidade de Pariconha, no Sertão de Alagoas, “receberam alta hospitalar” e já retornaram para o convívio com seus familiares. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (30) pela secretária municipal de Saúde, Gizely Sá. De acordo com a gestora, a pasta…
Os seis pacientes que estavam internados após a suspeita de intoxicação por uma “Raizada” na cidade de Pariconha, no Sertão de Alagoas, “receberam alta hospitalar” e já retornaram para o convívio com seus familiares. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (30) pela secretária municipal de Saúde, Gizely Sá.
De acordo com a gestora, a pasta municipal foi comunicada oficialmente pelo Hospital Regional do Alto Sertão (HRAS) sobre a liberação dos pacientes. O município agora aguarda a conclusão dos laudos do Laboratório Central de Alagoas (Lacen) para esclarecer a origem do surto.
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A secretária ressaltou o compromisso com a transparência:
“Enquanto Secretaria Municipal de Saúde, seguimos vigilantes, adotando todas as medidas necessárias para proteger a população e aguardando oficialmente os resultados para informar a todos com transparência e responsabilidade”
Entenda o Caso e as Investigações
O episódio teve início durante a feira livre do município, onde os moradores consumiram uma bebida alcoólica artesanal conhecida popularmente como “Raizada”. O caso é investigado pela Polícia Civil e ganhou repercussão após a morte de Gilberto Alves Vicente, de 36 anos, além da hospitalização de outras seis pessoas.
Na última quarta-feira (29), a Polícia Científica divulgou que “o inseticida metomil foi encontrado nas amostras biológicas coletadas de Gilberto”. A substância, altamente tóxica, é utilizada na agricultura e afeta diretamente o sistema nervoso central.
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Enquanto os laudos definitivos do material biológico dos sobreviventes e das garrafas apreendidas continuam em andamento no Laboratório de Química e Toxicologia Forense, as autoridades policiais seguem apurando as responsabilidades pela comercialização da bebida contaminada.



