A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (1º), uma operação em Maceió para combater o armazenamento e o compartilhamento de imagens de abuso sexual infantojuvenil na internet. A ação teve como alvo um imóvel na capital alagoana, onde, segundo as investigações, arquivos com conteúdo ilegal estariam sendo mantidos e distribuídos. A Operação intitulada Ponto…
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (1º), uma operação em Maceió para combater o armazenamento e o compartilhamento de imagens de abuso sexual infantojuvenil na internet. A ação teve como alvo um imóvel na capital alagoana, onde, segundo as investigações, arquivos com conteúdo ilegal estariam sendo mantidos e distribuídos.
A Operação intitulada Ponto a Ponto 6 teve como objetivo o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, expedido após o avanço das investigações que identificaram a circulação de arquivos com conteúdo ilegal em plataformas de compartilhamento online.
Segundo a PF, o caso começou a ser apurado a partir da detecção de arquivos contendo material de exploração sexual infantojuvenil disponibilizados na rede. Com o aprofundamento das análises, os investigadores conseguiram rastrear dados ligados à conta utilizada, o que levou à identificação de um imóvel na capital alagoana, onde o material estaria sendo armazenado e compartilhado.
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Durante cumprimento da ordem judicial, a Polícia Federal encontrou arquivos com imagens de abuso sexual de criança ou adolescente em um computador. O investigado foi conduzido à Superintendência Regional da PF em Alagoas, para registro do auto de prisão em flagrante.
Nomenclatura e alerta
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota, preferencialmente, as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes.
A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet por crianças e por adolescentes, como forma de reduzir riscos e de proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção.



