terça-feira, abril 28, 2026
spot_img

Polícia Científica participa de adesão do MPF ao projeto Banco Vermelho em Arapiraca


A Polícia Científica de Alagoas marcou presença na cerimônia de adesão do Ministério Público Federal (MPF) ao projeto Banco Vermelho, de enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher. O evento reuniu representantes de instituições públicas e da sociedade civil, na manhã desta terça-feira (28), na sede Procuradoria da República em Arapiraca. A instituição…

A Polícia Científica de Alagoas marcou presença na cerimônia de adesão do Ministério Público Federal (MPF) ao projeto Banco Vermelho, de enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher. O evento reuniu representantes de instituições públicas e da sociedade civil, na manhã desta terça-feira (28), na sede Procuradoria da República em Arapiraca.

A instituição foi representada pela perita criminal Isadora Davi e pelos auxiliares de perícia Paloma Freire, Gabriel Temóteo e Lucas Cavalcante do Instituto de Criminalística do Agreste. Mais do que um ato simbólico, a adesão do MPF ao projeto amplia a participação das forças de segurança nas ações de proteção das mulheres e destaca a importância da urgência de políticas públicas integradas.

“A nossa presença no evento representa o comprometimento dos servidores do Instituto de Criminalística do Agreste e de toda a Polícia Científica com ações de combate e prevenção da violência contra a mulher. O Instituto também se destaca pela presença exclusiva de mulheres em cargos de chefia, valorizando a liderança feminina dentro do órgão”, destacou Isadora Davi.

O simbolismo do Banco Vermelho

O projeto Banco Vermelho é uma intervenção urbana e social que busca despertar a reflexão em espaços de grande visibilidade sobre o vazio deixado pelas vítimas de feminicídio. O banco é um lembrete constante da necessidade de transformar a indignação em ações efetivas de proteção, dignidade e respeito.

Além da campanha, o evento contou com a exposição Mulheres Invisibilizadas, que conta a história de 30 mulheres que desafiaram seu tempo. Mulheres que lutaram, criaram, cantaram, amaram, sofreram, lideraram e transformaram, mas que, por muito tempo, permaneceram nas sombras.

A Ciência no combate ao feminicídio

Para além da conscientização, a Polícia Científica de Alagoas desempenha um papel fundamental e estratégico na punição desses crimes. No estado, 100% dos casos de morte violenta de mulheres e agressões graves passam, obrigatoriamente, pela perícia criminal.

Seja por meio dos Institutos de Criminalística, que analisam o local do crime, ou pelos Institutos Médicos Legais (IMLs) de Maceió e Arapiraca, a prova técnica é o que garante a robustez dos inquéritos e a condenação dos agressores.

Em Alagoas, o rigor nas perícias e a integração com outros órgãos da rede de proteção têm sido ferramentas essenciais para dar celeridade às investigações. A adesão de instituições como o MPF ao projeto Banco Vermelho amplia a rede de apoio no enfrentamento à violência contra a mulher como um dever coletivo e inegociável de todo o sistema de justiça e segurança do estado.





Fonte: Alagoas 24h

Leia Também

- Publicidade -spot_img

ÚLTIMAS NOTÍCIAS