Escola Municipal Pedro Tenório Raposo, em Murici
O Ministério Público de Alagoas (MPAL), em conjunto com as forças policiais prendeu na tarde desta quinta-feira, 16, um professor da rede pública municipal de Murici, suspeito de praticar crimes de pedofilia contra seus próprios estudantes. O nome do docente não foi divulgado oficialmente. A ação foi coordenada pelos promotores de Justiça Cyro Blatter e…
O Ministério Público de Alagoas (MPAL), em conjunto com as forças policiais prendeu na tarde desta quinta-feira, 16, um professor da rede pública municipal de Murici, suspeito de praticar crimes de pedofilia contra seus próprios estudantes. O nome do docente não foi divulgado oficialmente.
A ação foi coordenada pelos promotores de Justiça Cyro Blatter e Ilda Regina, em comperação entre a Promotoria de Justiça de Murici e a 39ª Promotoria de Justiça da capital, que tem atribuição criminal, resultado de uma investigação que mobilizou guarnições durante todo o dia nas ruas da cidade.
Diante da gravidade das denúncias, a Justiça decretou a prisão temporária do investigado por 30 dias e determinou o seu afastamento imediato das funções escolares para proteger os alunos.
Investigação e prisão
O cerco ao suspeito foi montado após a denúncia chegar diretamente ao MPAL. Desde então, o Ministério Público instaurou o procedimento investigatório criminal (PIC) colhendo indícios de que as supostas vítimas seriam crianças e adolescentes matriculados na escola onde o homem lecionava.
De acordo com os promotores à frente do caso, a medida cautelar de afastamento e prisão foi essencial para interromper o ciclo de vulnerabilidade das vítimas.
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Após a captura, as autoridades iniciaram os procedimentos de transferência para Maceió, onde passará por exame de corpo de delito e, posteriormente, será encaminhado ao sistema penitenciário.
Próximos passos
A operação ainda colhe provas para robustecer o inquérito e identificar se há mais vítimas envolvidas no esquema criminoso.
O Ministério Público informou que informações detalhadas sobre o andamento das investigações e os crimes imputados ao servidor deverão ser repassadas à imprensa nesta sexta-feira (17).






