domingo, setembro 27, 2026
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Que mudanças esperar na seleção brasileira para o segundo jogo contra a Austrália


Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Incomum no histórico da seleção, fazer dois amistosos seguidos contra o mesmo rival dará ao técnico Carlo Ancelotti a chance de corrigir os problemas do primeiro jogo contra a Austrália. Para o confronto da próxima terça, em Brisbane, a lista de mudanças precisa ser grande. Mas o italiano já anunciou que elas não serão muitas….

Incomum no histórico da seleção, fazer dois amistosos seguidos contra o mesmo rival dará ao técnico Carlo Ancelotti a chance de corrigir os problemas do primeiro jogo contra a Austrália. Para o confronto da próxima terça, em Brisbane, a lista de mudanças precisa ser grande. Mas o italiano já anunciou que elas não serão muitas. As mais prováveis são na escalação.

O time titular deve ter ao menos três mudanças. Duas delas são as voltas de Gabriel Magalhães e de Vanderson. O zagueiro do Arsenal e o lateral-direito do Monaco foram os convocados que se apresentaram mais desgastados. Por isso, passaram toda partida da última sexta apenas como opções no banco de reservas.

Com isso, Matheuzinho será sacado da lateral direita e Vitor Reis, da zaga. Os dois, porém, estiveram longe de terem sido o problema da seleção em Townsville. Neste sentido, a terceira mudança é a que deve gerar mais impacto no time.

A expectativa é de que Ancelotti inclua um homem a mais no meio de campo. Gabriel Bontempo é cotado para ser o escolhido. Contra a Austrália, Danilo e Bruno Guimarães ficaram sobrecarregados na função, e a equipe pareceu ter dois blocos isolados, sem conexão entre defesa e ataque.

O esquema com apenas dois jogadores no setor já não havia dado certo na Copa. Repeti-lo no primeiro jogo pós-Mundial expôs uma falta de leitura de Ancelotti e o desgastou perante à torcida.

— É uma linha que temos que seguir, que vamos seguir no futuro. Às vezes jogaremos com o sistema de hoje e podemos jogar também com três meio-campistas. Por isso são testes agora para provar — afirmou o técnico depois do empate de sexta-feira.

A mexida no meio deixará o ataque com um jogador a menos. Endrick, que não esteve à vontade em Townsville, deve ser o sacado. Com isso, Raphinha atuaria como uma espécie de falso 9 e exerceria uma função mais parecida com a que vem tendo no Barcelona.

Desta forma, Ancelotti tentaria se aproveitar do bom começo de temporada europeia de Raphinha. O brasileiro tem sido o principal destaque do Barcelona até aqui. Ele participou diretamente de gols em todas as oito partidas que participou com a camisa azul e grená, sendo 14 bolas na rede (é o artilheiro da equipe) e três assistências.

No primeiro jogo contra a Austrália, porém, Raphinha foi mais discreto. Embora tenha sido dele a assistência para o gol de Rayan, passou a maior parte do jogo perdido. Só melhorou quando foi deslocado para a ponta esquerda, já na reta final.





Fonte: Alagoas 24h

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