terça-feira, setembro 29, 2026
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Mineração em Alagoas: Governo inclui 15 cidades em lista de compensação por impactos da atividade


Mineração afeta diversos municípios em Alagoas

A Agência Nacional de Mineração (ANM) disponibilizou a lista provisória de municípios afetados pela atividade minerária em todo o país, referente ao ciclo de distribuição 2026/2027 da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). A publicação contempla 15 cidades de Alagoas entre os 2.472 municípios brasileiros listados para receber a fatia de 15% dos…

A Agência Nacional de Mineração (ANM) disponibilizou a lista provisória de municípios afetados pela atividade minerária em todo o país, referente ao ciclo de distribuição 2026/2027 da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). A publicação contempla 15 cidades de Alagoas entre os 2.472 municípios brasileiros listados para receber a fatia de 15% dos royalties destinados aos entes impactados indiretamente por estruturas e escoamento da produção mineral.

De acordo com a análise realizada pela Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), integram a consulta provisória as cidades de:

  • Anadia

  • Arapiraca

  • Atalaia

  • Barra de São Miguel

  • Belo Monte

  • Coruripe

  • Craíbas

  • Flexeiras

  • Maceió

  • Maragogi

  • Messias

  • Murici

  • Pilar

  • Rio Largo

  • São Miguel dos Campos

A apuração vincula todos os 15 municípios alagoanos à categoria de afetação por estruturas de mineração. A capital, Maceió, registra também enquadramento na modalidade de portos, devido à movimentação e escoamento de substâncias minerais. No total, os registros do estado englobam a extração e o transporte de 10 substâncias: água mineral, areia, argila, basalto, calcário dolomítico, gnaisse, granito, minério de cobre, serpentinito e xisto.

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A legislação vigente assegura a cota de 15% da CFEM para mitigar impactos de instalações operacionais, ferrovias, dutovias e portos em localidades vizinhas às jazidas. Para garantir a exatidão dos repasses, a ANM estabeleceu o prazo de 15 dias corridos — contado a partir da divulgação em 28 de setembro — para que as prefeituras e demais interessados apresentem recursos contestando divergências nos cálculos ou nos índices atribuídos. O período de apelação encerra-se no dia 13 de outubro de 2026.

Os gestores públicos podem conferir os relatórios completos e mapas de impacto por meio da plataforma digital “Observatório dos Municípios Afetados pela Atividade de Mineração”. Além disso, a agência promove nesta quarta-feira (30), às 15h30, a transmissão online “Por Dentro do Observatório dos Municípios Afetados”, via Microsoft Teams, com instruções práticas sobre a navegação no sistema e o envio de recursos técnicos.





Fonte: Alagoas 24h

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