sexta-feira, maio 15, 2026
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Em novo júri, maior assassino em série de AL volta a atribuir ações ao Arcanjo Miguel


Anderson Macena/Dicom MPAL

Albino dos Santos Lima, apontado como o maior assassino em série de Alagoas, volta a ser julgado nesta sexta, 15, pela justiça alagoana. Albino está sendo julgado pelo assassinato de Joseildo Siqueira Silva Filho, 24, conhecido como Pikeno, crime ocorrido em janeiro de 2024, na Ponta Grossa. Na fase do inquérito, Albino negou o crime….

Albino dos Santos Lima, apontado como o maior assassino em série de Alagoas, volta a ser julgado nesta sexta, 15, pela justiça alagoana. Albino está sendo julgado pelo assassinato de Joseildo Siqueira Silva Filho, 24, conhecido como Pikeno, crime ocorrido em janeiro de 2024, na Ponta Grossa. Na fase do inquérito, Albino negou o crime. Durante o julgamento de hoje, no entanto, apresentou uma nova versão: a vítima o teria assaltado e ele fez justiça com as próprias mãos.

Este é o oitavo júri popular a que Albino dos Santos é submetido. Ele já soma mais de 175 anos de pena pelos crimes já julgados. A polícia judiciária de Alagoas atribui 18 crimes contra a vida (entre homicídios e tentativas) contra o réu.

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A acusação coube ao promotor Thiago Riff e o júri é presidido pelo juiz José Eduardo Nobre Carlos. Foram ouvidos José Vânio Bezerra da Silva, amigo da vítima, que estava com ele no dia do crime. Vânio confirmou que a dupla voltava para casa, após gravar vídeos para as redes sociais, quando Josenildo foi surpreendido pelos tiros.

Também foram ouvidos o pai da vítima, Joseildo Siqueira da Silva, e a madrasta, Suely Maria da Silva. Ambos relataram que Albino perseguia a esposa do filho pela internet e que até hoje a família paga pelo trauma do assassinato, com ingestão de remédios e problemas emocionais. A madrasta relatou, ainda, que Josenildo saía de casa durante a madrugada para trabalhar e que não conhecia o réu.

Ascom MPAL

Albino Santos de Lima, de 44 anos, o serial killer de Maceió

CONFISSÃO DO RÉU

Em seu depoimento, Albino dos Santos confirmou que matou Josenildo, mas, segundo eles, teria ocorrido em vingança a um assalto cometido pela vítima, contra eles, cerca de seis meses antes do assassinato.

Albino confirmou, ainda, ter usado a arma do pai para matar o jovem e negou conhecer a esposa da vítima. O assassino alegou não ter registro boletim de ocorrência sobre o suposto roubo e que decidiu fazer justiça com as próprias mãos.

O réu também alegou nunca ter tido interesse na esposa da vítima. Entretanto, o promotor do caso apresentou prints da jovem no celular do acusado, com data de 20 dias após o assassinato. Questionado, o assassino atribuiu os prints ao Arcanjo Miguel.

O julgamento foi retomado no final da manhã, após breve recesso, e até o fechamento desta matéria não havia sido concluído.

 





Fonte: Alagoas 24h

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