Praia de Ponta Verde. Priscylla Régia/Alagoas 24 Horas
Quem pretende aproveitar o fim de semana no litoral alagoano precisa ficar atento antes de entrar no mar. Boletim de balneabilidade divulgado nesta semana pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) indica que 11 pontos da costa estão impróprios para banho. As amostras foram coletadas entre os dias 6 e 7 deste mês, em pontos que…
Quem pretende aproveitar o fim de semana no litoral alagoano precisa ficar atento antes de entrar no mar. Boletim de balneabilidade divulgado nesta semana pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) indica que 11 pontos da costa estão impróprios para banho.
As amostras foram coletadas entre os dias 6 e 7 deste mês, em pontos que vão do Pontal do Peba, no litoral sul, até Maragogi, no litoral norte. Ao todo, 68 locais foram analisados, sendo que a maioria apresenta condições adequadas, mas ainda há áreas que oferecem risco à saúde dos banhistas.
O litoral sul segue como a região mais preservada. Dos 23 pontos avaliados, apenas um foi classificado como inadequado: o Rio Niquim, na Barra de São Miguel, a cerca de 300 metros da foz. Isso representa que aproximadamente 95,7% dos trechos da região estão próprios para banho.
Em Maceió, no entanto, o cenário é mais preocupante. Dos 20 pontos analisados na capital, oito foram considerados impróprios, incluindo áreas nos bairros da Jatiúca, Ponta Verde, Cruz das Almas e Pajuçara, alguns dos trechos mais frequentados por moradores e turistas.
O boletim também alerta para a presença de florações de algas, fenômeno que pode comprometer a qualidade da água. Nesses casos, a orientação é evitar o contato com o mar, especialmente em áreas como os trechos das praias da Avenida e do Sobral.
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Já no litoral norte, dois pontos em Maragogi aparecem na lista de restrições: a foz do Rio Maragogi, às margens da AL-101 Norte, e a região em frente à foz do Rio Persinunga. A recomendação é evitar o banho nesses locais.
A classificação segue os critérios estabelecidos pela Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Para ser considerada própria, a água deve apresentar níveis seguros de Escherichia coli em pelo menos 80% das amostras coletadas nas últimas cinco semanas. Caso esse limite seja ultrapassado, ou a medição mais recente indique índices elevados, o local é classificado como impróprio.



