A principal linha de investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) aponta que o jovem Micael Leandro da Silva, de 15 anos, foi morto por engano. Promessa das categorias de base do CSA, o adolescente foi atingido por um disparo no rosto no último sábado (1º), no bairro Pontal da Barra,…
A principal linha de investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) aponta que o jovem Micael Leandro da Silva, de 15 anos, foi morto por engano. Promessa das categorias de base do CSA, o adolescente foi atingido por um disparo no rosto no último sábado (1º), no bairro Pontal da Barra, em Maceió, sem ter qualquer relação com os criminosos ou com o motivo do ataque.
Alvo errado
De acordo com as apurações da Polícia Civil e relatos de pessoas que estavam no local, Micael não era a pessoa procurada pelos executores:
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Busca por foto no celular: Testemunhas relataram que dois homens armados se aproximaram do público mostrando a foto de um indivíduo em um aparelho celular para tentar identificar o alvo.
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Fuga do verdadeiro alvo: No momento em que a dupla sacou a arma, a pessoa que era o alvo pretendido percebeu a ação e conseguiu fugir a tempo.
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Disparo fatal na confusão: Em meio ao tumulto e correria generalizada de torcedores e adolescentes, Micael tentou se proteger correndo, mas acabou sendo atingido acidentalmente por um dos disparos.
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Investigação
Para consolidar a tese de morte por engano e chegar aos autores do crime, a equipe do delegado Gilson Rêgo concentra os esforços nas seguintes etapas:
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Identificação do verdadeiro alvo: A chave para descobrir quem mandou ou executou o ataque é descobrir quem era o jovem procurado pela dupla na foto do celular.
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Mapeamento de rivalidades: A partir da identificação dessa pessoa, a polícia poderá entender a motivação do atentado (como brigas de facções ou rivalidades locais) e determinar quem ordenou a execução.
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Análise de imagens e denúncias: Câmeras de monitoramento do Pontal da Barra e depoimentos de testemunhas presenciais estão sendo confrontados para rastrear os suspeitos, que fugiram em uma moto Honda Start 160 preta.
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Apuração paralela: negativa de socorro
Além da hipótese de erro de alvo no homicídio, a investigação e as autoridades competentes acompanham denúncias graves de omissão de socorro. Testemunhas afirmam que profissionais de uma ambulância presente no torneio teriam recusado atendimento ao adolescente ferido, conduta que também está sob apuração.
A Polícia Civil reforça o pedido para que testemunhas ajudem a esclarecer o caso. Qualquer detalhe sobre o verdadeiro alvo da ação ou sobre os executores pode ser repassado de forma 100% anônima pelo Disque Denúncia (181).



