Contrato do Pronaf A garantirá R$ 2,6 milhões para o Quilombo da Tabacaria
Nesta terça-feira (28), os quilombolas da Tabacaria, em Palmeira dos Índios, assinarão contratos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Grupo A, o Pronaf A, fruto de uma importante parceria entre a Prefeitura e o Banco do Nordeste, que levará crédito, oportunidade e desenvolvimento para a comunidade quilombola.
*Pronaf – Grupo A* – https://www.bnb.gov.br/pronaf-grupo-a
Serão beneficiadas 50 famílias, cada uma receberá R$ 52.500,00, que totaliza mais de R$ 2,6 milhões em investimentos voltados ao fortalecimento da agricultura familiar e da produção rural.
O gerente do BNB em Palmeira dos Índios, Sandro Ribeiro, falou sobre o credito aos quilombolas. “Em 2025 foram disponibilizados pela agência mais de R$ 57,2 milhões em financiamentos para famílias de agricultores familiares, e cerca de R$ 12,2 milhões desse montante no município de Palmeira, e os assentados de comunidades quilombolas são considerados público prioritário para o BNB”, revelou o gerente.
O líder quilombola e diretor da Secretaria Municipal dos Povos Originários, Elson Paulino, disse que os recursos serão aplicados em ações estruturantes e produtivas. “O recurso será utilizado para construção de barragens, criação de animais, incluindo vacas leiteiras, aquisição de rações, implantação de quintais produtivos e investimentos na agricultura em geral. Isso vai gerar renda e melhoria da qualidade de vida”, explicou Elson.
A prefeita Tia Júlia comemora a assinatura do contrato. “Essa assinatura é uma iniciativa do Banco do Nordeste representa um avanço concreto para o desenvolvimento das comunidades tradicionais e também reforça o compromisso da gestão municipal em apoiar quem vive e produz no campo”, ressaltou a prefeita.
Com a parceria da Prefeitura de Palmeira dos Índios e do Banco do Nordeste, o acesso ao crédito chega como instrumento de transformação social. “Ela fortalece a produção, amplia oportunidades e garantirá mais dignidade para as famílias e os povos quilombolas”, completou Tia Júlia.



